Conhecendo Chicago, 'Cidade dos Ventos' e de Jordan

O amigo e jornalista Felipe Noronha deu sua colaboração ao Viajei e Gostei. Ele conta em detalhes a viagem de férias que fez para Chicago, onde pôde curtir seus incríveis arranha-céus e realizar um sonho de infância: conhecer onde brilhou Michael Jordan, maior jogador de basquete de todos os tempos. Confira!

Sou adepto de que você deve viajar para fazer o que gosta. Se, para isso, for necessário ir sozinho para que ninguém se sinta mal em te acompanhar em algo que não curta, problema nenhum. Por isso fui a Chicago. Queria fazer algumas coisas por lá e não achei ninguém que gostasse delas. Qual o problema? Eu me viro!

Essa é minha recomendação para Chicago: vale a pena demais ir para lá por um período curto e com espírito de encarar o que for. Se ficar de papinho, de "não quero fazer isso", vai acabar preso no quarto do hotel/hostel.

Então, contarei aqui no Viajei e Gostei alguns dos passeios que fiz em Chicago e recomendo.

Primeiramente, turismo culinário. Meu ponto central em viagem é comer a comida típica do local. Nada de ficar com nojinho, estragar o passeio e perder chance de conhecer pratos novos. Em Chicago, a obrigação é experimentar a deep dish pizza, que só se faz lá e parece uma torta. Como torta é bom e pizza é bom, tem como ser ruim? Não, né? Só a foto já deixa a boca e o estômago com vontade.

Aproveito o embalo da comida para contar sobre o principal motivo de eu ter escolhido este destino de viagem: o Chicago Bulls. O time da NBA que teve Michael Jordan atua no United Center, um ginásio lindo por dentro, mas sem graça por fora.

Antes de entrar e fugir do frio (é um local bem aberto e a cidade tem o apelido de "Cidade dos Ventos", imagina o gelo da região!), visite a estátua de Jordan. É linda e simbólica. Já dentro, antes do jogo, visite a loja do time e aproveite para comer - e bem.

Tem petisco, prato, nacho, hambúrguer, cerveja em copos gigantes e refrigerante. Ninguém passa fome e ainda sai uns quilos acima do peso. Depois de encher a barriga é só curtir o jogo - sentado ou em pé, sempre respeitando o assento escolhido.

Também vi hóquei lá, mas acredite: é muito chato. Veja um jogo do Chicago Blackhawks só se você for realmente fã de esporte e quiser ter no currículo que assistiu a uma partida de hóquei.

E como chegar ao United Center? De trem! Tem ao menos três linhas que passam pelo local. O sistema de trens da cidade é 24 horas - não todas as linhas, mas as mais importantes. Ou seja, pode sair para curtir um bar, uma balada, um jogo noturno, um passeio no centro, o que for, que tem como voltar para onde você está hospedado. E o trem é de qualidade. Nada espetacular, mas atende bem. Nem em horário de pico vi reclamações.

Também vale a pena andar pela cidade. Fiz isso todos os dias e aproveitei muito. O motivo principal é a quantidade de parques existentes. Em uma linha reta à beira do Lago Michigan você vai do Lincoln Park, que tem um zoológico aberto, ao Millenium Park, onde se encontra a obra simbólica da cidade, o famoso Feijão.

Depois de ver tigres, leões e gorilas, mude de parques para ver o Feijão e a Crown Fountain, que mostra rostos de pessoas e cuja água sai da "boca" delas.

Aproveite o embalo e vá ao Instituto de Arte bem ao lado, considerado um dos melhores do mundo. E é mesmo. Nem sou fã e passei horas e horas lá dentro, vendo todo tipo de arte possível.

É uma quantidade absurda de andares e corredores em que você se perde (me perdi umas quatro vezes e em todas achei locais novos, com obras bem legais). Saia andando que você aprenderá muito lá dentro.

Passeando pela beira do lago você encontra o Píer Naval. Lá há uma roda de gigante enorme, algumas lojas, comida, e o principal: uma bela vista. Vale perder um tempinho para andar por lá – infelizmente estava em obras quando fui, então não pude aproveitar tudo.

Falando em vista, dois passeios obrigatórios: o John Hancock Center, que é o quarto edifício mais alto da cidade e fica bem no centro, e a Willis Tower, o prédio mais alto dos Estados Unidos. Em ambos, vá para o topo.

No primeiro, faça a brincadeira em que eles te colocam colado no vidro em uma área motorizada e te viram a janela para baixo, te colocando ‘deitado sobre o nada’ e ‘voando’ pela cidade. No segundo, há janelas em que você pisa sobre o vidro e te dá a sensação de que pode cair a qualquer momento dos 108 andares.

Por fim, recomendo a área em que fica o estádio do Chicago Bears, o time de futebol americano da cidade. O estádio é lindo, gigante e com boa visão em todas as áreas. Você pode andar tranquilamente pelos setores mais próximos do gramado, mesmo sem ingresso de lá, para poder tirar aquela selfie ao lado do campo.

Lá assisti a um jogo de rúgbi entre EUA e Nova Zelândia, o melhor time do mundo - vocês provavelmente não terão essa sore, então foi mal aí.

Ao lado tem o Museu de História, o Planetário e o Aquário. Não vou me estender sobre eles, pois são passeios comuns em cidades turísticas, mas sempre ótimos de serem feitos.

É isso. Não tem muito como colocar em palavras o mais legal dos passeios: as sensações que só pessoalmente vocês terão. Mas podem acreditar, vale muito a pena.

E você, já viajou aos Estados Unidos? Foi a Chicago? Comente abaixo e conte sua experiência para nós!

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