Passeio de escuna em Angra dos Reis: vale a pena?


Angra dos Reis é um dos destinos preferidos de quem procura o litoral do Rio de Janeiro. E não é à toa. São mais de 300 ilhas cercadas por águas cristalinas e muita vida marinha. E, para curtir o que o lugar tem de melhor, é indispensável um passeio de barco – principalmente para quem está hospedado no continente, e não em Ilha Grande. O cais de Angra dos Reis é repleto de embarcações que realizam passeios individuais. Os preços são salgados e pouco convidativos. Porém, é a opção para quem não quer dividir o passeio com centenas de outros turistas.

A opção mais em conta são as escunas que passam pelos principais pontos turísticos da região. São diversas empresas que realizam o passeio, que sai por aproximadamente R$ 50 por pessoa (depende do período do ano). Fomos em janeiro e encontramos um passeio bem típico de excursões em grupo. Barco lotado, música alta e um animador a bordo agitando os turistas. Para quem gosta de sossego e quer curtir as belezas sem ser incomodado, é melhor considerar um passeio individual.

As empresas passam pelos mesmos pontos de parada, com pequenas variações. Isso faz com que as atrações fiquem abarrotadas de turistas, gerando algumas filas para embarque e desembarque. Mas nada que atrapalhe o passeio, que apresenta ótimo custo-benefício. Nosso primeiro ponto de parada foi a ilha de Cataguases. A areia é bem branquinha, a água é cristalina e parece uma lagoa! O local é incrível e deve ser ainda melhor no período de baixa temporada. É uma pena que o tempo de permanência seja curto (apenas 30 minutos!), já que as escunas despejam turistas por lá a todo momento e é necessário manter certa rotatividade.

Os funcionários do barco também alertam para tomar cuidado com os pertences na areia, já que a grande concentração de turistas nos períodos de alta temporada faz aumentar a quantidade de furtos.

A segunda parada ocorreu na Lagoa Azul, famoso ponto de mergulho de Angra.

A água é cristalina e os peixes vêm comer na mão dos turistas. A escuna fornece os ‘espaguetes’ para que todos possam descer do barco e curtir. Vale a pena mergulhar com snorkel e bater diversas fotos subaquáticas.

A pausa dura aproximadamente 30 minutos antes da escuna seguir para Japariz, uma vila de pescadores onde é possível almoçar nos restaurantes localizados à beira da praia e que atendem os muitos barcos que chegam no pequeno píer.

O principal restaurante é o Mandala. Para que os turistas não esperem muito pelo almoço, um funcionário embarca na escuna durante o passeio, anota pedidos e retorna ao restaurante para preparar tudo antes da chegada do barco.

Após 1h de almoço o passeio segue para sua última parada, a praia de Freguesia de Santana. O local abrigou a primeira vila de Ilha Grande e tem como uma das atrações uma igreja construída no século XVIII. Também é possível percorrer uma trilha bem bacana em meio à natureza antes de retornar ao continente.

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Dica de hospedagem: Pousada da Figueira, em Angra

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